Policial chegou a ser preso administrativamente, mas foi solto. Polícia Militar informou já ter solicitado a prisão preventiva do suspeito.
O policial militar suspeito de estuprar uma mulher em Copacabana, Zona Sul do Rio, chegou a ser preso administrativamente pela própria corporação, mas já foi solto e responde em liberdade.
Em nota, a Secretaria estadual de Polícia Militar informou que o suspeito "foi preso administrativamente e foi aberto um Inquérito Policial Militar (IPM), já tendo sido solicitada, inclusive, a prisão preventiva do mesmo junto à Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ)".
Inicialmente, a corporação afirmou que o suspeito estava preso, mas, ao ser questionada pela segunda vez pelo G1, encaminhou uma atualização dizendo que "após o período inicial em reclusão, e diante do pedido já encaminhado à esfera judicial, o policial segue respondendo em liberdade e afastado do serviço nas ruas" (confira abaixo a íntegra das duas notas enviadas pela PM).
Segundo a vítima, que não será identificada, o PM a atacou dentro da própria casa dela. O caso teria ocorrido no dia 24 deste mês. Ao ser comunicada, a PM abriu um inquérito policial militar para investigar o ataque e a Polícia Civil também abriu uma investigação.
A mulher acusa o policial de ter ido ao apartamento dela para fazer um procedimento associado a um registro de ocorrência anterior. A movimentação do policial no edifício foi registrada por imagens de segurança do condomínio.
A assessoria de imprensa da corporação informou, nesta segunda-feira (31), que a mulher foi "prontamente atendida e ouvida a termo", segundo o comandante do 19º BPM (Copacabana).
Também na nota, a PM diz que "a Corporação, como tem demonstrado ao longo de sua história, não compactua e pune com o máximo rigor desvios de conduta cometidos por seus membros quando constatados os fatos", frisou a PM.
Primeira nota da PM:
"A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comandante do 19º BPM (Copacabana), a declarante foi prontamente atendida e ouvida a termo, procedimento de praxe para dar seguimento a apuração dos fatos. Informamos ainda que o acusado foi preso administrativamente e foi aberto um Inquérito Policial Militar (IPM), já tendo sido solicitada, inclusive, a prisão preventiva do policial junto à Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ).
Ressaltamos que a Corporação, como tem demonstrado ao longo de sua história, não compactua e pune com o máximo rigor desvios de conduta cometidos por seus membros quando constatados os fatos."
Segunda nota da PM (atualizada):
"A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comandante do 19º BPM (Copacabana), a declarante foi prontamente atendida e ouvida a termo quando procurou a unidade, procedimento de praxe para dar seguimento a apuração dos fatos.
De imediato, o acusado foi preso administrativamente e foi aberto um Inquérito Policial Militar (IPM), já tendo sido solicitada, inclusive, a prisão preventiva do mesmo junto à Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ).
Após o período inicial em reclusão, e diante do pedido já encaminhado à esfera judicial, o policial segue respondendo em liberdade e afastado do serviço nas ruas.
Ressaltamos que a Corporação, como tem demonstrado ao longo de sua história, não compactua e pune com o máximo rigor desvios de conduta cometidos por seus membros quando constatados os fatos."

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